sábado, 28 de junho de 2008
Comecei trabalhar aos seis anos de idade na roça com meus pais. Aos 15 anos comecei lecionar como professora voluntária á luz de lamparina.
Trabalhei como monitora em “Projetos Sociais”. Sempre estudei a noite até me formar professora graduada em História e Geografia, Organização Social e Política Brasileira, Educação Moral e Cívica. Sendo que OSPB e EMC foram extintas prejudicando a formação política e o desenvolvimento patriótico dos alunos.
Tenho formação na área de beleza e estética pela escola SENAC, sempre atuei paralelamente na área de MASSOTERAPIA (massagem terapêutica) como voluntária aliviando e curando a dor das pessoas, principalmente a menos favorecidas financeiramente.
Sempre trabalhei para arcar com meus compromissos. Tenho credibilidade. Não brinco em serviço mesmo que esteja atuando como voluntária. Conquistei o respeito com meu trabalho e posicionamento.
Recebi muitas propostas. Porém, optei por enfrentar o batente dia e noite para criar e formar minha filha. Não foi fácil. Superar limites esta no meu sangue. Mas algo aconteceu e minha vida tomou outro rumo. Com pouco tempo de vida fui encaminhada para o HOSPITAL DE BASE DE RIO PRETO. Com o avanço da ciência, fé e oração. Voltei a andar, falar, emagreci 48 quilos em 30 dias. Estava com 98 quilos e totalmente deformada. Fiquei 3 anos e 28 dias na fila de transplante de fígado. Hoje sou voluntária na luta por doares de sangue, medula óssea e órgãos. Voltar a enxergar foi o maior desafio. Fato que só foi possível com o implante de uma lente no fundo do olho esquerdo que ganhei de uma pessoa anônima. Ainda falta fazer o implante no olho direito. Iniciei uma nova carreira como escritora com apoio do jornalista Walter do Valle. Ganhei de presente o patrocínio da “REDE MICROLIS” e assim foi publicado meu primeiro Livro: “Descubra o Segredo Deste Sorriso!”. A escola Microlins ensina como manusear e trabalhar todas as ferramentas. O computador é minha enxada. Tornei-me escritora de Literatura de Cordel com apoio do “SISTEMA DE SAÚDE PREVER”. Não acumulei bens materiais. Acumulei experiências. Amo o Brasil. Em qualquer cantinho que estiver estarei sempre lutando por um mundo melhor. Procuro estar sempre atualizada em todas as áreas para tornar o mundo melhor em todos os seguimentos. Não desperdiço um minuto. Empenho-me em honrar a educação que recebi dos meus pais e professores. Sou incansável na luta, chova ou faça sol. Sou uma mulher simples e decidida.
Sou escritora atuante.
Uso o espaço na mídia para me posicionar sobre fatos relevantes para São José do Rio Preto, o Brasil e o mundo.
Jamais fico em cima do muro.
Sou voluntária da Equipe de Transplantes do Hospital de Base.
Hemocentro.
Hospital Psiquiátrico Bezerra de Menezes.
Comunidade Terapêutica ONG SÓ POR HOJE.
Maryah Cydah Abrantes Martiniano Ferreira
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Poema encenado na Casa de Cultura "DINORAH DO WALLE"

Nesta noite encenei um poema de minha autoria. Estou trabalhando para estreiar no final do ano o MONOLOGO "Amor a prova de fogo" (Titulo provisório). Um enredo fascinante e fumegante.
Em breve disponibilizarei o poema encenado.
Maryah Cydah Abrantes Martiniano Ferreira.
Ângêla Lopes Manente uma filha que ganhei no Orkut

Minha mãe Avelina Martiniano Ferreira, faleceu às 18 horas no dia 14 de março de 2006. Recebi o telefonema da Santa Casa de Jales por volta das 19 horas, eu estava jantando com meu pai. Nestas horas só uma força que vem do alto pode ajudar. Meu pai perguntou se era para ir buscar a Maria era assim que ele a chamava. Eu, calmamente esperei ele terminar o jantar. Meu pai é diabético e sofre de Mal de Parkinson. Depois de algum tempo disse a ele que minha mãe havia falecido. Avisei todos meus irmãos. Fui com meu sobrinho escolher o caixão na funerária e no hospital para assinar os documentos. Tive que ir ao necrotério. Esta parte não vou relatar. Não consigo digitar. Fui tirada de lá. Fui esperar o corpo no velório. No cemitério em Paranapuã-SP, no jazigo da Família Abrantes, precisei retirar meu pai e meus irmãos para que os funcionários lacrassem o tumulo.
Sentei num banquinho do lado de fora. Não tenho lágrima. Só meu coração chorava, eu sabia que havia perdido a única pessoa que seria capaz de fazer qualquer coisa por mim.
Passei todas as férias da minha vida com minha família. A maior alegria era chegar à casa da minha mãe. De longe eu gritava por ela. Uma mulher simples como uma flor da caatinga nordestina. Uma mulher guerreira. Ela se foi. Ficou o exemplo.
Eu fiquei vagando dia e noite na internet. Não conseguia escrever...
Comecei procurar parentes e amigos. Ocupar o tempo. Foi vagando pelo Orkut que conheci a Ângela Lopes Manente. Chamou-me a atenção o sobrenome, pois tive um professor desta família. Começamos a teclar e foi nascendo um sentimento profundo como se fosse alguém que tivesse sido colocada no meu caminho para me ajudar no momento mais difícil que enfrentei na vida. Enterrar minha mãe foi à dor mais terrível que senti até hoje. E quanto mais o tempo passa mais a dor aumenta.
A Ângela é eximia digitadora, inteligente, esforçada.
Uma garota que continua me ajudando muito.
Fui conhecê-la pessoalmente na véspera do dias das Mães em 2006.
Ela veio passear na minha casa em julho de 2007, ajudou arrumar minha viagem para Brasília.
Ajudou-me na correria para arrumar os documentos para fazer o implante no olho esquerdo que foi realizado dia 9 de agosto de 2007.
Em dezembro ela veio novamente, e foi embora muito brava. Porque eu disse que o tempo voa e que tem que pensar no futuro. Neste mundo globalizado até para maquiar defunto precisa de diploma. Se a família do defunto for exigente e rica. Uma mulher exigiu que quando chegasse sua hora queria ser enterrada com a boca da Aline Morais. Dizem que o maquiador da atriz não aceitou a proposta.
Tem que ter formação, o mercado exige.
A Ângela ficou um tempão sem falar comigo.
Mas ela sabe que sou franca e falo isso para o bem dela.
Convidei-a para vir morar comigo, aqui em São José do Rio Preto-SP, ela conseguirá um bom trabalho e poderá dar continuidade aos estudos.
Ela é fera na área de computação.
Embora esteja a mais de 200 km de distancia, está sempre presente virtualmente e me ajudando.
Sempre falei a verdade para meus alunos, para minha filha biológica, minha filha adotiva, para meus filhos adotivos de coração e para meus amigos. A mentira acaba com qualquer tipo de relacionamento. Prefiro ter um amigo verdadeiro a um milhão de falsos amigos.
A Ângela esta esperando para cursar Letras comigo na UNESP.
Ela me chama de mamãe. Eu a trato como filha. Vai estudar nem que eu tenha quer ir junto.
Obrigada por tudo filhota. Você é especial. Amo-te!!!
Maryah Cydah Abrantes Martiniano FerreiraAutora
25 de junho de 2008.
terça-feira, 24 de junho de 2008
Feriado 71 acidentes e cinco mortes
Lendo sobre tantos acidentes automobilísticos neste feriado. Não tenho como esquecer que no dia 24/08/78 uma sexta-feira, fui vitima de um motorista imprudente na Rodovia Euclides da Cunha no trevo da cidade de Votuporanga-SP. Foi minha primeira viagem a São José do Rio Preto e por volta das 19h um carro entrou na nossa frente. O acidente foi inevitável. Fiquei presa nas ferragens de um fusca, abandonada na escuridão, a morte me rondava. Graças ao Deus de Israel passava pelo local um viajante de bom coração. O desconhecido me arrancou das ferragens e me levou esvaindo sangue para o Hospital São Paulo de Votuporanga. Nos poucos segundos de lucidez, lembro do letreiro vermelho ao chegar ao hospital, do sangue que jorrava, da voz longínqua dos médicos dizendo que eu não ia escapar. Noite fatídica. A única coisa boa que jamais consegui esquecer foi à voz que me disse: Meu nome é Roberto, sou casado, tenho dois filhos, moro em Bauru e sou viajante. Seus pais estão chegando eu preciso seguir viagem. Um dia nos encontraremos pela estrada da vida. Atrasei a viagem do Roberto cuja esposa e filhos esperavam por ele, sujei seu carro de sangue, perdeu uma noite de sono ao meu lado no hospital. Eu tive a língua decepada e nem pude dizer obrigada. Quem sabe o Roberto é leitor do Diarioweb e ainda posso conhecê-lo e agradecer.
Maryah Cydah Abrantes Martiniano Ferreira, 27/12/2007 www.diarioweb.com.br
JUIZ IMPÕE TOQUE DE RECOLHER A ADOLESCENTE
Louvável a atitude do juiz Evandro Pelarin da Vara de Infância e Juventude de Fernandópolis – SP, que decretou toque de recolher para os menores de 18 anos.A maioria dos pais está sem condições de exercer autoridade com os filhos. E nem sempre é por displicência ou falta de amor.Estamos vivendo uma época muito difícil os filhos (salvo algumas exceções) não respeitam os pais independentes de classe social.É lamentável chegar a este ponto, mas a decisão da justiça em tomar providencias com toque de recolher é uma medida preventiva. Sou mãe e professora, sei o quanto é difícil lidar com adolescentes que acham que tem experiência para cuidarem da própria vida e acabam entrando para o submundo do crime através das drogas, alcoolismo, prostituição e trafico de drogas. Deste ponto é um pulo para a prática de assaltos, seqüestros e assassinatos. Estão confundindo liberdade com libertinagem. Esta medida preventiva deveria ser adotada em todo Brasil. Acredito que diminuiria a criminalidade. Não é correto o pai ou responsável ser multado pela desobediência do filho. O adolescente reincidente deve prestar serviço comunitário. A lei permite que aos 16 anos os adolescentes tirem a Carteira Nacional de Habilitação. Escolha vereador, prefeito, deputado estadual, deputado federal, senador e até o Presidente da República é justo que também responda pelos seus atos. Como um pai ou mãe vai impedir um filho de sair de casa? Se a lei da permissividade está no ar 24 horas. Novelas e filmes, jogos eletrônicos tentam retratar a realidade e acabam incentivando aqueles que consomem até comercial de prego enferrujado. Está na mídia. Está na moda. A garotada pega no embalo. A justiça tem poder para coibir as atitudes que os pais não conseguem proibir.Foi o tempo que bastava um olhar do pai para os filhos abaixarem a cabeça. A lei do Deus de Israel continua a mesma. Honra o teu pai e tua mãe como o Senhor, teu Deus, te ordenou, para que se prolonguem os teus dias sobre a terra e para que te vá bem à terra que o Senhor teu Deus, te dá.Se a sua vida está um osso. Examine como está tratando seus pais. Se não obedece aos pais a justiça tem meios para impor respeito. Torço pelo sucesso da medida impetrada pelo juiz de Fernandópolis que outros juizes apóiem. É imprescindível que a sociedade colabore no cumprimento da lei, ajudando quem está ajudando nossos filhos. O futuro pertence aos jovens. Cabe a nós cuidar do presente.
Maryah Cydah Abrantes Martiniano Ferreira, 11/10/2007 www.diarioweb.com.br
Amazônia tem dono. O povo brasileiro.
Minha filha deu seus primeiros passos no solo amazônico. Encontrei muitos gringos infiltrados na floresta. Entram no Brasil como turista e o destino é a floresta amazônica.
Existem laboratórios na floresta amazônica. O contrabando não é só de animais exóticos. Roubam matéria-prima da flora amazônica.
Eu sempre disse: assim como querem o petróleo do Iraque, vão querer tomar a Amazônia. Espero que façam isso no governo do presidente Lula.
Dia 27, ele chamou a atenção mundial e avisou: “A Amazônia tem dono”. O povo brasileiro é o dono da Amazônia. E digo mais: o Brasil não é o Iraque. Os que destroem as matas estão apagando o verde da nossa bandeira.
Brasileiro que vende um pedaço da Amazônia para estrangeiro deveria ser expulso.
Maryah Cydah Abrantes Martiniano Ferreira
Autora
Matéria publicada no Jornal www.bomdiariopreto.com.br
CRISE DE ALIMENTOS
Fui criada na roça e trabalhava na agricultura com meus pais, não existia preocupação com alimentos. Um pedaço de chão muito bem administrado pelo meu pai que além da esposa e dos seis filhos, empregava dez famílias. Na época da colheita buscávamos trabalhadores na cidade os (bóias frias) e peões do trecho nunca ficaram ao relento, pois tinha trabalho para todos.
Havia fartura de alimentos, tudo produzido naquela terra abençoada. Meu pai vendia o excedente da produção para os cerealistas da região. Os caminhões saiam carregados de arroz, feijão, café, milho, amendoim, farinha de macaxeira. As frutas e verduras amadureciam no pé. A rapadura feita ali mesmo no quintal, carne secando no varal encima do fogão a lenha. No terreiro, galinha caipira e galinha d’angola que lotava os cestos de ovos. Leite direto da fonte.
Não tinha moleza, às 4 horas da manhã eu pegava minha moringa, enxada, chapéu e o inseparável par de luvas e ia cumprir a tarefa pré-determinada por meu pai.
O êxodo rural acabou com a alegria de muita gente. A alta tecnologia tirou o sustento de famílias que migraram para os grandes centros urbanos. Os sítios e fazendas ficaram vazios e as cidades estão inchadas. Para morar na cidade tem que ter trabalho e ganhar um salário digno. Todo semestre as universidades despejam no mercado de trabalho jovem com diplomas de doutores. A situação está ficando complicada. Com o sem diploma todos precisam de alimentos para sobreviver. A classe assalariada vai eliminando alimentos da mesa. E quem está desempregado, vai comer o que? As contas vencem.
O governo incentivou o êxodo rural para desenvolver o setor industrial, agora tem que fazer o caminho inverso. Terra para quem quer trabalhar e produzir. Os governantes precisam investir em penitenciarias agrícolas. Os presidiários têm obrigação de produzirem o que comem e pagar estadia. Aqui fora os trabalhadores estão ralando e quem está desempregado é tratado com lixo. Lixo não reciclável. O caminho da roça hoje só se ouve nas quadrilhas. É bom começar a pensar na agricultura responsável. Antes que fome venha bater na minha porta e na sua. E não adianta dizer que é rico. Não dá para ingerir cédulas ou moedas...
Maryah Cydah Abrantes Martiniano Ferreira. 24/06/2008
Autora
São 524 milhões de vítimas da fome – A fome na infância é outra questão alarmante. Dados da FAO indicam que uma criança morre de fome a cada cinco segundos no mundo. Fonte: Revista Veja.
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Virgilio Gonçalves
É fácil imaginar o motivo que levou “um sei lá quem” tirar a vida do campeão de rodeio Virgilio Gonçalves. Ser campeão em um esporte difícil como montar cavalos e touros não é para qualquer um. Virgilio Gonçalves nasceu para ser astro e foi no Brasil e exterior colocou seu nome no Guinneses Book. Para um invejoso é uma doença obsessiva conviver com o sucesso e alegria de um colega de profissão. O covarde aproveitou o barulho dos fogos de artifício para assassinar friamente um chefe de família, deixando duas crianças órfãs. Arrasando uma família. Que a Polícia encontre este sanguinário covarde. Esse assassino nem pode ser chamado de bicho. É uma ofensa ao animal de qualquer espécie. Para a família, amigos e admiradores ficaram os exemplos de um jovem que aos 35 anos conseguiu chegar ao topo na sua árdua e brilhante profissão. O rodeio fica empobrecido sem Virgilio Gonçalves.
Maryah Cydah Abrantes Martiniano Ferreira 15/10/07 www.diarioweb.com.br
domingo, 22 de junho de 2008
Comdephact

INJUSTIÇA

Matéria publicada - Jornais de Rio Preto
VAMOS BRINDAR A VIDA, A SAÚDE E O AMOR...

Autora
APOIO CULTURAL
Agradecemos ao Sr. Jirair Karabachian Diretor do Mercado Municipal de São José do Rio Preto. Que nos recebeu de forma afetuosa e viabilizou todos os mecanismos junto a Prefeitura Municipal, Secretaria de Comunicação Social, Secretaria de Cultura, Acirp, para que tornasse possível a divulgação da cultura nordestina através do lançamento da Literatura de Cordel, tendo em vista que somos mais de trinta mil nordestinos morando e trabalhando aqui em Rio Preto. Com a colaboração de todos, proporcionamos uma manhã maravilhosa, que encheu de alegria os convidados e freqüentadores do Mercado Municipal. Muitos não resistiram e caíram no forró ao som da sanfona do Segala e da belíssima voz da cantora maranhense Luciene Muniz. Estavam presentes representantes da Paraíba, Ceará, Bahia, Rio Grande do Norte e Maranhão. Ao Sr. Jirair que esteve atento a todos os detalhes com espírito empreendedor e colaborador, desejo que continue a frente deste expressivo ponto turístico que faz com que São José do Rio Preto se torne mais aconchegante. Parabéns Jirair!
Maryah Cydah Abrantes Martiniano Ferreira
Autora
ABUSO SEXUAL
É inadmissível que nos primeiros 22 dias do mês de janeiro de 2007, um total de 11 crianças tenha sofrido abuso sexual em Rio Preto. Tendo em vista que está soma são os casos denunciados, pois ainda existem famílias que ignoram ou abafam o caso por medo das ameaças que sofre pelo agressor e também por vergonha.
Não leva em conta o dano físico e psicológico causado a vitima. O fato de ignorar ou omitir não minimiza o trauma e as seqüelas, que sem um tratamento adequado a vitima carregará para o resto da vida. Com a omissão o agressor não é punido. Está atitude inefável do ser humano, se é que podemos chamar de ser humano, o adulto que molesta uma criança. A sociedade não pode encarar este crime macabro, como um fato normal. Pense que este tipo de abuso já está fazendo parte do cotidiano de muitas famílias em nossa cidade, não podemos ler a notícia e dobrar o jornal, sem manifestar o nosso repúdio.
Maryah Cydah Abrantes Martiniano Ferreira
Autora
Matéria publicada nos jornais de Rio Preto
CORONEL GODOY E SARGENTO AMADEU PATRIMONIO DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO-SP
Li no Perfil do Diário da região dia 13/01 a reportagem com Cel. Godoy.
Tive o prazer de conhecê-lo em eventos culturais em Rio Preto, ouvi de meus amigos policiais que o Cel. Godoy prestou imprescindível, trabalho a Policia Militar. Foi maravilhoso ler a confirmação feita por ele nesta reportagem.
Belo exemplo para quem está começando a carreira e enche o coração de orgulho dos colegas, amigos e de pessoas que o conheceram há pouco tempo como no meu caso. Trabalhou numa época em que não existiam recursos, foi um desbravador na nossa região. Imagine ir de Rio Preto a Santa Fé do Sul na estrada de terra no meio do matagal, enfrentar conflito de terras, subir em toras para ficar mais alto. Desempenhou com bravura sua carreira. Sou apaixonada pela carreira militar. Sou grata por tudo que fez e ainda faz com seu exemplo de vida e pelo bom-humor que o torna ainda mais admirável. Muita saúde para curtir sua família. Parabéns para a jornalista Cecília Demian pela belíssima reportagem.
Maryah Cydah Abrantes Martiniano Ferreira
Autora
MIGRANTES
Os nordestinos sejam na construção civil dos arranha-céus da capital paulista, na construção de Brasília ou nos canaviais da região de Rio Preto. Mostram que a nossa mão de obra faz a diferença. Os prefeitos que estão declarando guerra aos migrantes da cana devem negociar com os donos de usinas que utilizam da mão de obra desses cidadãos que moram em regiões menos favorecidas, onde o investimento não chega para resolver o problema do desemprego.
Os nordestinos enfrentam no corte da cana-de-açúcar o trabalho que é rejeitado, portanto não estamos tirando o emprego dos paulistas. As condições de moradia para os trabalhadores são péssimas, amontoam seres humanos em barracões sem sanitários, sem luz elétrica e muitos dormem no chão. Os usineiros deveriam construir vilas com infra-instrutura, inclusive ambulatório. Dizer que os nordestinos são clientes do SUS, isso é discriminação. Todo ser vivo adoece e precisa de assistência. É menor o custo gasto na prevenção. Somos brasileiros e nordestinos com muito orgulho e em qualquer cantinho do território onde estivermos, temos os direitos básicos do cidadão garantidos na Constituição. Mas com certeza é mais fácil expulsar os cortadores de cana do que negociar com os usineiros.
Maryah Cydah Abrantes Martiniano Ferreira
Autora
Matéria Publicada - Jornais de Rio Preto.
sábado, 21 de junho de 2008
Lula fala de droga e vê "muita gente grã-fina viciada"

Maryah Cydah Abrantes Martiniano Ferreira
Autora
9/9/2007 publicado no Jornal Diário da Região O amor é lindo...

SARGENTO
Você é...
Inenarrável
Inigualável
Insuperável
Incontrolável
Incansável
Incomensurável
Incontestável
Indefectível
Indemonstrável
Indescritível
Indestrutível
Indispensável
Indisponível
Indivisível
Indivulgável
Inelutável
Infatigável
Inesquecível...
Extraído do coração da poetisa paraibana.
Maryah Cydah Abrantes Martiniano Ferreira
ATITUDE
Belíssima a atitude do professor e escritor Luis Antônio Simões, que no estádio do Rio Preto, distribui cópias do Hino Nacional. Os brasileiros além de não saberem a letra, ficam andando de um lado para outro, os jogadores ficam pulando. Não saber a letra e não saber cantar é falta das escolas que não ensinam. Extinguiram as aulas de Educação Moral e Cívica e estamos colhendo os frutos. Se continuar assim, o governo terá que contratar um professor e um policial para cada sala de aula. Professor, o seu trabalho é como uma gota no oceano, mas tenha certeza que se um cidadão aprender pelo menos à maneira de se portar quando o Hino Nacional está sendo executado e que jamais deverá bater palmas no final da execução, a semente do civismo estará germinando e com certeza dará frutos. Parabéns pela magnitude do seu exemplo como cidadão, professor e escritor.
Maryah Cydah Abrantes Martiniano Ferreira
Autora
Matéria publicada no Jornal Diário da Região.
http://www.diarioweb.com.br/
AH, O AMOR!!!

Maryah Cydah Abrantes Martiniano Ferreira
Autora
Matéria publicada no Jornal Diário da Região
"CACHAÇA NÃO É ÁGUA, NÃO!"
O artigo “Cachaça não é água, não!”, escrito pelo jornalista Sandro B. André de Curitiba e publicado dia 31/03 é como uma gota que cai no oceano. Poderia passar despercebida por um leitor que desconhece os malefícios do álcool. Mas jamais por quem trás no corpo e na alma as agressões física e moral sofrida por um alcoólatra.
A bebida alcoólica é uma droga legalizada, e de fácil acesso devido ao baixo custo. As autoridades competentes precisam tomar uma atitude com urgência, para proteger as crianças, adolescentes e jovens para que não tenhamos em breve uma epidemia de jovens viciados. Estampar nas garrafas e latinhas fotos de acidentes e depoimento de pessoas que conviveram ou convivem com alcoólatras, poderia salvar algumas pessoas.
Por motivos particulares ou vergonha mesmo os agressores não são denunciados e continuam na sociedade fazendo novas vitimas.
Todos os dias aparecem nos noticiários astros e estrelas envolvidos com alcoolismo, mas as pessoas anônimas vivem seus dramas particulares, sem ter para quem pedir socorro. Vergonha não ajuda resolver o problema. Precisamos de ação e cobrar das autoridades é o primeiro passo.
Álcool não é água de coco. É uma droga que desgraça a vida de quem bebe, traumatiza as pessoas que convivem e cria problemas para pessoas que nada tem a ver com os problemas de quem envereda por este caminho que nem sempre tem volta.
Maryah Cydah Abrantes Martiniano Ferreira
Autora
Matéria publica no Jornal Diário da Região.
www.diariowel.com.br
II ENCONTRO DOS VETERANOS DA POLICIA MILITAR

EU TENHO FOME

Maryah Cydah Abrantes Martiniano Ferreira
Autora
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Elogio e critica construtiva fazem muito bem. Principalmente para quem sabe reconhecer as qualidades dos amigos e inimigos.

Autora
Matéria publicada no Jornal Bom Dia de São José do Rio Preto-SP
http://www.bomdiariopreto.com.br/
TRAIÇÃO VIRTUAL

Maryah Cydah Abrantes Martiniano Ferreira
Autora
terça-feira, 17 de junho de 2008
LIÇÃO DE VIDA

Maryah Cydah Abrantes Martiniano Ferreira
Autora
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Conhecendo Maryah Cydah...

Sou professora graduada em História e Geografia.
Filha de retirantes nordestinos, criada na zona rural do municipio de Paranapuã-SP.
Divorciada, tenho uma filha biológia graduada em Enfermagem, cursando pós e Administração de Empresas.
Comecei minha carreira no Magistério aos 15 anos como voluntária.
Minha carreira como escritora em 20-07-2003. Com o conto e "Lula abufelou-se com um tucunaré" publicado pelo Jornalista Walter do Valle. Um grande jornalista que acreditou e acredita no meu trabalho. Walter do Valle prefaciou meu primeiro livro. "Descubra o Segredo Deste Sorriso!" . Patrocinado pela Rede Microlins. Envio o livro via correio. Valor Unitário 25,00. Depósito no Banco do Brasil Agência 2290-X C/Poupança 9068-9 em nome de Maria A.A. Ferreira.
Sou poetisa, cordelista, atriz e fotógrafa.
Trabalho como professora voluntária em uma ONG que trata de adolescentes que sofrem dependencia química.
Voluntaria nas Campanhas de Doação de Sangue, Medula Óssea e orgãos.
Sou uma mulher feliz e apaixonada pela vida. Leia meu livro. Recomendado para todas as idades.
Ministro Palestra. Área de Doação de Sangue Medula Óssea e Orgãos.
Ministro Palestra: Sobre a riquissima Literatura de Cordel.
Estou com um cordel para ser lançado em julho e meu segundo livro no prelo.
Entre em contato: Fone 17-3012-2824
Sou associada a REBRA ( REDE DE ESCRITORAS BRASILEIRAS)
http://rebra.org/escritora/escritora_ptbr.php?id=1524