sábado, 27 de março de 2010

O MONSTRO DO EDIFICIO LONDON




Alexandre Nardoni é responsável pela morte da filha. Ele estimulou o ciúme da esposa contra a ex-mulher e usou a filha Isabela que era o elo que mantinha a ligação dele com Ana Carolina Oliveira. A garotinha escondeu os maus-tratos da madrasta e do pai por amor aos irmãozinhos. A atitude do pai foi covarde. Ele deveria ter resolvido o problema com a esposa e falado a verdade para a mãe de Isabela. Ele sabia que a criança corria risco de vida. A maioria dos “homens destituídos de caráter” sente prazer em provocar ciúmes na companheira. Alexandre instigou a esposa a tal ponto, que ela viu a Isabela como a causa da sua infelicidade. Alexandre fez da vida da esposa um inferno e num momento de descontrole ela agrediu a menina, em um ataque de fúria a esganou, estimulada pelo marido manipulador. Alexandre vendo a filha praticamente morta tentou livrar-se dela atirando-a pela janela na tentativa de simular um acidente, assalto etc. O sangue frio de Alexandre Nardoni é aterrorizador. Ele poderia pegar a filha na escola e sair para passear. Alexandre é o tipo de homem que não ama ninguém. Ele não tinha amor por Isabela, buscava a menina para passar os finais de semana para provocar a ex-mulher e atormentar a esposa. Ele foi cruel, egoísta e agiu de má-fé. Deve pegar pena máxima, por manipular sentimentos que culminou com a morte de Isabela. Alexandre se aproveitou da fraqueza da esposa ciumenta para levá-la ao desequilíbrio emocional. Acabar com a vida da ex-mulher era seu objetivo. Ele esta levando à esposa a loucura. O monstro do edifício London destruiu a vida de duas mulheres que tiveram a infelicidade de cruzarem seu caminho e ter filhos com ele. Alexandre Nardoni é frio como uma geleira e conta com o apoio incondicional do pai.
Se o promotor Francisco Jose Cembranelli tivesse sido enfático no questionamento com Ana Carolina Jatobá, ela teria falado a verdade sobre as atrocidades que sofreu ao lado de Alexandre Nardoni. Ela seria condenada pelo crime, mas com uma pena menor e com direito a tratamento. Ele induziu a esposa ao desequilíbrio emocional e a loucura. Ana Carolina Jatobá precisa de tratamento, embora a doença dela não tenha cura. Alexandre Nardoni não deve pagar somente pela morte de Isabela, mas pela vida das duas mulheres que ele destruiu e ainda tem os dois filhos que crescerão marcados por esta tragédia. Alexandre Nardoni manipulou os sentimentos da esposa e fez dela cúmplice no crime para ferir a ex-mulher Ana Carolina de Oliveira. Duas belas e jovens mulheres estão destruídas. Ana Carolina Jatobá condenada por assassinato e Ana Carolina Oliveira que teve seu coração (Isabela) arrancado do peito. Espero que o caso sirva de exemplo para as mulheres que se apaixonam por “homens amante de si mesmo”. A ex-mulher não é rival. Pode ser uma grande aliada para evitar que outra mulher caia na mesma armadilha que Ana Carolina Jatobá caiu ao se apaixonar por Alexandre Nardoni. Ela continua acreditando e protegendo o marido. “O caso Isabela ainda não acabou.” Ana Carolina Jatobá foi vitima da astucia assassina e vingativa de Alexandre Nardoni.



Maryah Cydah Abrantes Martiniano Ferreira





2 Comentários:

Anonymous Anônimo disse...

com certeza e tudo isso mesmo que vc disse a verdade é essa......

29 de março de 2010 11:59  
Anonymous Anônimo disse...

É interessante essa teoria. Imaginação fértil ! Deveria escrever e publica romances policiais. Os fatos porém apontam outras possibilidades. Vocês já ouviram mais alguma notíca sobre aquela rede de pedófilos e o PM que se suicidou ? Eu também não. Silêncio total. Vocês sabiam que ocorreu uma tentativa de assalto a delegada Renata Pontes que investigava o caso. O que o assaltante queria roubar ? A carteira da delegada ? A arma ? O CD-player ? Não. Ele queria o envelope com documentos do caso Isabella. Mas não conseguiu ?

Porque a madrasta da Isabella teria ciúmes ? Foi Alexandre que largou a esposa e mãe da Isabella para ficar com a outra. Se Isabella tivesse sido sofrido maltratos na casa da "tia Carol" ela teria se recusado voltar para a casa do pai, duas vezes por mês.

5 de abril de 2010 15:49  

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