sexta-feira, 6 de março de 2009

Presidente da Câmara de Rio Preto, Promotor Sergio Clementino e a juiza Tatiana Pereira Viana.

Ação ‘piora situação’, diz MP Para o promotor de Justiça Sérgio Clementino, o despacho da juíza da 2ª Vara da Fazenda, Tatiana Pereira Viana, “piora a situação” do presidente da Câmara, Jorge Menezes, na investigação sobre a barganha de cargos entre os parlamentares. De acordo com o representante do Ministério Público, no seu despacho, a juíza menciona a possibilidade da ocorrência do ato de improbidade administrativa em “eventual violação do princípio constitucional da moralidade administrativa.” Segundo Clementino, os vereadores que indicaram cargos em comissão após votarem em Menezes na eleição da Mesa Diretora, violaram, em tese, o princípio da moralidade. “Fiquei surpreso com as ações. As investigações são claras, e ele (Menezes) se colocou à disposição para fazer os esclarecimentos. Achei incoerente (o pedido de habeas corpus preventivo)”, afirmou o promotor. Clementino disse que aguarda a presença de Menezes hoje no seu gabinete. “A lei prevê a condução coercitiva, mas isso não significa que irei usar desse expediente”, afirmou o representante do Ministério Público. “Espero não ter de chegar a esse ponto”, disse. O promotor quer tirar dúvidas com Menezes sobre a negociação de cargos, revelada à imprensa pelo próprio presidente da Câmara após sua eleição. A investigação da barganha de cargos na Casa foi iniciada após briga entre Menezes e Dinho Alahmar (PSB) no gabinete do prefeito Valdomiro Lopes (PSB). O motivo: indicação para o cargo de diretor de Finanças. Dinho também deve ser ouvido hoje pelo Ministério Público.

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COMENTARIO
O presidente da Camâra Municipal já deveria ter prestado os esclarecimentos ao Ministério Público quanto mais se esquiva mais irrita a população que esta aguardando uma solução. Nós cidadãos podemos entrar na justiça e pedir que a sua eleição seja anulada, cassar seus direitos politicos e cassar seu mandato como vereador. O senhor esta dando um péssimo exemplo faltando as audiências. Prove que é inocente ou assuma a responsabilidades pelos seus atos. Pedir habeas corpus? Só aumentam as supeitas do loteamento de cargos. O promotor e a juiza só querem esclarecer fatos. Quem não deve não teme.
Maryah Cydah Abrantes Martiniano Ferreira

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